Os mitos que atrapalham quem está perto do topo da carreira

charlie-vogt-harrisDos limites da autonomia até qual é o “alvo” do poder: ideias erradas sobre o alto escalão corporativo são desmascaradas.

Virar executivo não é a meta de todo profissional. Mas para quem chega neste ponto da carreira, por vezes, é difícil definir com clareza os contornos da nova função.

É a dificuldade de lidar com o poder, por um lado. Ou a necessidade de aprender novas competências, por outro. Não equalizar bem questões como estas pode levar ao fracasso no novo desafio.

Levando em consideração a visão equivocada do que é ser um executivo de fato, apresentaremos a seguir os 5 mitos mais comuns neste sentido.

1. Suas habilidades atuais sempre trarão sucesso

Até agora, provavelmente, você cresceu na carreira devido a uma gama específica de habilidades que o destacaram no meio da multidão de profissionais no mercado. No entanto, daqui para frente, não há garantias de que o que funcionou no passado trará os mesmos resultados.

Em outros termos: as habilidades que trouxeram a promoção não necessariamente o manterão no cargo.

As pessoas viram executivas porque mostraram um diferencial. Mas chega um determinado ponto da carreira que o mundo passa a requerer novas competências.

Por exemplo, para quem assume um cargo de liderança, as habilidades técnicas continuam importantes, claro. Mas o que pesa é a capacidade de extrair o melhor dos outros para alcançar resultados.

2. Você terá toda autonomia do universo

Outra utopia que alimenta os sonhos pueris dos recém-chegados a um cargo executivo é a ideia de que a partir deste momento da carreira, será possível ter liberdade para fazer o que bem entende.

A história comprova que a vida não é assim. Não há esta liberdade nem quando você é o dono da empresa. Evidentemente, o mesmo vale para quem é presidente, diretor e, claro, gerente.

Mais do que em qualquer outra fase da hierarquia, o topo exige uma capacidade “cavalar” de tecer boas negociações. Na prática, isso significa que, além de bons argumentos, o novo executivo precisará de uma dose de “desapego”.

3. Neste ponto, não é permitido errar

Responsabilidade traz evidência. O que, na prática, significa uma porção de holofotes vidrados em cada milimétrica ação que você faz. Junte-se isso aos efeitos hiperbólicos que um deslize pode ter no topo e terá a explicação sobre porque, em um contexto assim, poucos querem errar.

A justificativa é compreensível, porém, ilusória. Se, quanto maior o risco, melhor os ganhos, podemos afirmar que arriscar-se é essencial neste momento da carreira.

O ponto é que em um cenário incerto, o erro sempre será uma das probabilidades possíveis. Temer encará-lo torna-se, portanto, uma atitude paradoxal. Como manter-se no posto e dar espaço ao novo, se a sua tendência pessoal é paralisar diante do risco de errar?

É fato que o erro (quando bem gerido) torna o profissional mais preparado para as próximas etapas. Ou seja, quem acumula uma trajetória consistente de tropeços e consequentes passos firmes pode ganhar, sim, pontos no mercado.

4. Ser executivo é sinônimo de ter o “rei na barriga”

A arrogância é outra armadilha que pode pôr tudo a perder para o novo executivo. Ela afugenta as pessoas em volta, diminui o risco de ser questionado e encostado contra a parede.

Como se vê, a arrogância constrói um muro ao redor de quem dá vazão a ela. Se, por um lado, isso traz uma torta forma de proteção, por outro, o impede de ver o que está para além de si. Sem uma visão sistêmica e global, como liderar? Como apostar nos melhores percursos? Como inspirar os outros?

5. “Ter poder” é sinônimo de “ter prazer”

Um cargo no topo pode trazer status e (um certo grau de) poder. Um dos principais erros é acreditar que esta combinação é feita apenas para desaguar em você mesmo.

Quem opta por este conceito acaba focando demasiadamente em si e nutrindo um comportamento egocêntrico. Não percebe que quando tem poder, o papel dele é proporcionar prazer aos outros.

Ao focar em si mesmo e usar o poder para isso, o líder perde a dimensão do outro. E esquece-se de um fato: o reconhecimento é produto natural do ato de servir e se importar com quem está ao seu redor. A satisfação profissional vem exatamente deste ciclo.

Conselhos de um Headhunter

 

Estrela que pode ser diamante foi descoberta no Universo

estrela-de-diamanteEstrelas são formadas por carbono e oxigênio, assim sua temperatura é extremamente fria . Os astrônomos acreditam que o carbono foi cristalizado, formando um diamante gigante do tamanho do planeta Terra.

Os cientistas e astrônomos ficaram animados com a descoberta dessa estrela de diamante  Um artigo sobre a descoberta foi publicado na revista Astrophysical Journal.

É a estrela do tipo  estrela anã branca mais fria e com o brilho mais fraco já identificada. Esse tipo de estrela costuma ter o tamanho da Terra e está em seu estágio final. Quando ocorre esse resfriamento intenso caracteriza-se a proximidade da morte. Desta forma, elas esfriam e desaparecem, em um processo que pode demorar bilhões de anos.

Essa estrela está no sistema binário PSR J2222-0137 composto por ela e por um pulsar, ou seja, uma estrela de nêutrons extremamente densa que gira em altíssima velocidade.

Os astrônomos descobriram esse diamante gigante a partir de observações feitas em instrumentos do Observatório Nacional de Radioastronomia (NRAO) e em outros observatórios.

Primeiro, eles identificaram um pulsar. Ele girava 30 vezes por segundo e estava gravitacionalmente ligado a um segundo corpo celeste, a anã branca. Cálculos determinaram a distância do sistema em relação ao planeta Terra, que é de 900 anos-luz.

Os cálculos dos cientistas também indicam que o pulsar tem uma massa 1,2 vez maior que a do Sol.

Já a estrela de diamante tem uma massa 1,05 vez maior do que a do Sol, condensada em um diâmetro parecido com o da Terra.  Conforme os pesquisadores, outras estrelas desse tipo já foram identificadas no Universo .Mas sua detecção é extremamente rara, pois elas têm um brilho muito fraco.

Por serem comuns, resta a esperança de que uma dessas estrelas seja encontrada mais perto da Terra para se precisar se são feitas de diamante efetivamente.

Sinal misterioso no universo pode ser matéria escura

aglomerado-de-galaxias-perseusAstrônomos detectaram um sinal misterioso a 240 milhões de anos-luz de distância da Terra no aglomerado Perseus, um dos objetos de maior massa no Universo.  A teoria aventada pelos cientistas é que o sinal pode ser de matéria escura. Os pesquisadores não sabem qual é a origem do sinal de raios-X.

Uma das teorias sugeridas é a possibilidade de ele ter surgido por causa de uma partícula subatômica chamada neutrino estéril, que pode estar relacionado com a matéria escura. Esse tipo de matéria é invisível, não emite nem absorve a luz. No entanto, pode ser detectado por meio de sua influência gravitacional sobre os movimentos e aparência de outros objetos, como estrelas ou galáxias. Através desses indícios, os astrônomos acreditam que ela seja o tipo dominante de matéria no universo.

Aglomerados como Perseus são os maiores conjuntos de matéria cósmica. Eles contêm galáxias e uma grande quantidade de gás quente preenchendo o espaço entre elas. Todo esse material é unido pela gravidade.

A influência gravitacional desses agregados mostra que as galáxias e o gás representam apenas um quinto da massa total. O resto é, provavelmente, matéria escura. O gás encontrado nesses aglomerados é, principalmente, hidrogênio. Em mais de 10 milhões de graus Celsius, ele é quente o suficiente para emitir raios-X.

As observações feitas por telescópios espaciais detectaram um comprimento de onda diferente. Os cientistas envolvidos com as observações imaginam que o evento foi causado por neutrinos estéreis, que são pensados ​​para interagir com a matéria comum pela gravidade.

Esta, se for realmente provada, pode ser a primeira detecção de matéria escura. Agora, os cientistas vão trabalhar em busca de confirmação desta teoria. Se for aprovada, será um grande avanço na ciência, pois até agora ninguém foi capaz de detectar diretamente a matéria escura, apesar de ela constituir 85% de toda a matéria no Universo.